Bons tempos…

Bem, quem me conhece sabe que o Ride figura fácil no meu Top 5 de bandas de todo sempre. Claro que hoje em dia eu não escuto na freqüência que escutava dez anos atrás, mas estranhamente, rolou nessa semana um revival em torno de toda a discografia dessa seminal banda shoegazer. Sendo assim, e na preguiça de fazer uma coletânea pra disponibilizar aqui, separei alguns vídeos do quarteto de Oxford.

Lembro de quando Tonhão, vulgo Marcos Almeida – dez anos mais velho e que, apesar de louco, fez parte fundamental na minha formação – me emprestou alguns CD´s do Ride, My Bloody Valentine, House of Love, Spaceman 3 e uma fita em VHS de um documentário sobre a Creation Records com entrevistas do Kevin Shields, Bobby Gilliespie… um doc de 91, ano de lançamento do Loveless e do Screamadelica. Quando chegou na minha casa pra entregar tudo isso a cara dele estampava algo do tipo “Vai moleque, aprende!”.

Lembro também de um episodio clássico daquela época: andava com o EP Today Forever do Ride sempre no carro e uma vez roubaram o som com TUDO. E como se tratava de um disco já fora de catálogo, lá se foi o Luis bater na Modern Music (que milagrosamente ainda permanece na ativa e logo você percebe que a minha relação com a 107 norte vem de bem antes do 2º Clichê) importar a bolachinha, rezar pra conseguir e de quebra importar um do Chapterhouse. E, advinha quem trabalhava na Modern naquela época? Fabio Pop. Ficamos broders e hora e meia eu passava na loja pra ler algumas revistas, o Fabio tirava algum CD de nossa escolha da caixinha e tacava no som da loja pra ficar rolando ao fundo no melhor estilo “Bicho, quer escutar o que?”… e assim a tarde voava.

Mais uma dica do Marcius

Obra do César Moreno

Who Killed Sgt. Pepper?

Uma singela homenagem ao autor do primeiro grande álbum de ROCK de 2010.

Sei não…

Mercedes W01

Achei o carro da Mercedes o mais bonito até agora, mas confesso que não senti firmeza no desempenho dele. Esse bico apontando pra baixo dá todo um charme à máquina, mas é um esquema total não-tendência em termos de aerodinâmica – vide os bicos de Ferrari, RBR e Mclaren.

Mclaren MP4/25

Ferrari F10

Enfim, os resultados já estão aparecendo nas pistas, vendo que o Massa está voando nos testes na Espanha.

PS: E o Barrichelo já começou a meter o pau em geral da ex-Brown. E olha que a temporada nem começou.

Valeu, Marcius…

Vou ler essa pepita na praia, bebendo cerveja e comendo camarão.

Pérolas Renegadas #2

É sempre bom lembrar daquelas músicas que a grande maioria, depois de algumas cervas, sabe cantar maravilhosamente bem:

“Head Over Heels”, depois do Donnie Darko (2001), até conseguiu uma tímida aceitação.

Clam Chowder

  • • 1 kg de moluscos
  • • pimenta-do-reino a gosto
  • • 100 g de banha salgada ou toucinho
  • • 2 colheres (sopa) de manteiga (opcional)
  • • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo (opcional)
  • • 1 colher (chá) de sal
  • • 1 xícara de creme de leite fresco
  • • 2 xícaras de leite
  • • ½ xícara de cebola picada
  • • 200 g de batatas
  • • 1 xícara de água

Lavar bem os moluscos escolhidos e colocar em uma panela. Colocar 2 colheres (sopa) de água, tampar a panela e cozinhar em fogo baixo até que os moluscos abram as conchas e soltem seu líquido. Apagar o fogo e acrescentar a xícara de água, eliminar os moluscos cujas conchas não se abrirem e reservar o líquido. Serão necessárias 2 e ½ xícaras do líquido reservado (se necessário, completar com água.)
Descascar as batatas e cortar em cubos de 1 e ½ cm, colocar para ferver no líquido reservado dos moluscos e cozinhar até que estejam macias. Retirar os moluscos das conchas e reservar, eliminar as conchas. Cortar o toucinho ou banha em cubos pequenos e colocar em um caldeirão, levar ao fogo e refogar até que estejam bem dourados. Retirar o toucinho com uma escumadeira e reservar, acrescentar a cebola picada e refogar na gordura do toucinho até estar bem macia e acrescentar os moluscos, batatas com o líquido, leite, creme de leite, sal e pimenta-do-reino. Misturar bem e cozinhar mexer sempre até que esteja começando a ferver. Mas não deixar entrar em ebulição. Se preferir um creme mais espesso, misturar a farinha de trigo com a manteiga para fazer uma pasta, ir acrescentando à sopa enquanto ela cozinha; isso fará com que o creme ficar mais espesso. Servir bem quente com bolachas água e sal.

Fantástica!

Tipo, misture The Knife, Bjork, Kate Bush e dá nisso:

PLANNINGTOROCK é o projecto da artista multidisciplinar britânica sedeada em Berlim, Janine Rostron, cantora e videasta que, com a sua voz e composição avantgarde, está a causar sensação em todos os que a ouvem e vêm ao vivo. Apesar das batidas fortes e das melodias constantes no seu álbum de estreia – “Have It All” (com selo da Chicks On Speed Records) – PLANNINGTOROCK não é um projecto de música de dança. Janine descobriu na electronica a fonte sonora ideal para dar asas à sua bela voz (dando, por vezes, primazia ao grito), exprimindo-se de uma maneira rebelde, artística e muito teatral.

Confere…

Documentário Brasília Rocknologica

Eu apareço da parte II pra frente

Os cozinheiros imperam

Bourdain começa a narrativa com sua descoberta de que comida poderia ser mais do que “uma substância para se enfiar na boca”, quando provou ostras e sopa fria pela primeira vez, em uma viagem à França. Anos mais tarde, adolescente, trabalhando como lavador de pratos para ganhar uns trocados, viu o chef do restaurante fazer sexo, nos fundos do estabelecimento, com uma noiva, que lá comemorava o casamento. Foi então que decidiu que era essa a profissão de seus sonhos.

Desajustado desde esses tempos, Bourdain foi um jovem mimado e viciado em drogas pesadas, mas seguiu no ofício e aprendeu na prática que a batalha diária com as panelas nada tinha de glamourosa.

Bourdain, que comanda com competência o bistrô Les Halles, em Nova York, e já tinha escrito dois romances, ganhou notoriedade e virou um chef multimídia: mantém colunas em revistas, tem um programa na tevê, e há projeto de seu livro virar filme, estrelado por Brad Pitt e dirigido por David Fincher (de O Clube da Luta).

Sou fã de longa data do malandro e sempre assisto o seu programa. Rock na forma de gastronomia (lembro de um episódio no qual ele sacaneia ferozmente o Pearl Jam e num outro, grava uma faixa com o Mocheeba).

Segue aqui o início do “Sem Reservas – Brasil”, onde ele tira um leve sarro de São Paulo.

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